Redução de Estômago – Bypass Gástrico

Redução De Estômago – Bypass Gástrico

A Cirurgia mais realizada no Brasil consiste em separar o estômago diminuindo a capacidade e desviar um pouco o intestino. Esta cirurgia tem um efeito metabólico muito importante reduzindo a diabetes em até 80% e a hipertensão arterial em até 70%. Melhora o refluxogastroesofágico. O emagrecimento fica entre 30 e 40% do peso inicial.

A Cirurgia é realizada em uma hora, com internação de um dia. Por via laparoscópica ou robótica. Retorno as atividades em uma a duas semanas. Sem desconforto ou desconforto mínimo, risco baixo menor que o da obesidade avançada e com estudos de longo prazo favoráveis.

Para quem é indicado?
Indicado para o obeso avançado (IMC acima de 40) ou obeso moderado (IMC acima de 35), associado a comorbidades como diabetes, hipertensão arterial, apneia do dono e outras, estável do ponto de vista emocional e que não conseguiu emagrecer com o tratamento clinico.

Como o Bypass Gástrico tem um efeito metabólico muito importante, levando a remissão do diabetes e hipertensão arterial em altos porcentuais, e melhora o refluxogastroesofágico, deve ser priorizado nesses casos.

Por que fazer?
Por duas razões principais. A obesidade é grave e é difícil emagrecer. Obesidade está associada a doenças graves como infarto, AVC, hipertensão arterial, diabetes, apneia do sono e outros. Aumenta o risco de vida em até 12 vezes. Diminui a expectativa de vida em até 10 anos.
A dificuldade de emagrecer ocorre porque obesidade é multifatorial (causas endócrinas, metabólicas, nutricionais, sócias e genéticas). Trabalhos recentes mostram que a microflora intestinal e absorção da bile estão relacionadas com a obesidade. Estudos mostram que para a obesidade avançada, através do tratamento clinico apenas 3% das pessoas consegue emagrecer e manter o peso.

Como é feito?
Por videolaparoscopia ou robótica, é necessária a instalação de pneumoperitoneo (colocação de gás na cavidade abdominal criando um espaço virtual). Colocação de trocateres (aparelhos que deixam entrar instrumentos e não sair o gás), colocação de uma câmera ligada ao monitor HD e com pinças e grampeadores especiais, fazemos uma diminuição do estômago e um desvio intestinal.

Qual o risco?
Com o amadurecimento da cirurgia, melhora da anestesia, dos materiais e das imagens o índice de complicação foi caindo. Nas últimas series de 0,1 a 0,2%, baixo, similar ao de uma Colecistectomia ou Colonoscopia. Muito menor que o risco da obesidade avançada.

Onde se posiciona no arsenal contra a obesidade?
Tratamento Clínico medicamentoso – até 10% de perda de peso.
Balão Intragástrico – 10 a 15% de perda de peso.
Gastroplastia endoscópica – 20% de perda de peso.
Cirurgia Bypass ou Sleeve – 30% a 40% de perda de peso.

Via laparoscópica ou robótica?
Antigamente a cirurgia era convencional (por cortes). A videolaparoscopia foi uma grande evolução. Não tendo incisão o desconforto é menor e a recuperação mais rápida. Com a cirurgia robótica há uma evolução maior ainda. O cirurgia senta-se a um console com um visor 3D (na laparoscopia é de 2D) e controla as pinças conectadas no abdome do paciente que são mais elaboradas (7 movimentos como um punho ao contrário da pinça de laparoscopia que tem um movimento mais simples). Uma cirurgia robótica agrega tecnologia e esse caminho não tem volta. Podendo vale a pena fazer a cirurgia robótica.

 

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Redução de Peso

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Se você está interessado ou precisa emagrecer, conheça o que pode ser feito contra a  obesidade…

Medicamentos – elimina até 10% do peso
Balão Intragástrico – elimina entre 10% e 15% do peso
Gastroplastia Endoscópica – elimina em torno de 20% do peso
Cirurgia de redução de peso por vídeo ou robótica elimina entre 30% e 40% do peso.

 

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